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Quinta-feira, 11 de Outubro de 2007

Estalou o verniz ao Governo PS/Sócrates

O Governo PS/Sócrates, quando a luta dos trabalhadores e do povo confronta directamente a substância das suas políticas de serviço aos grandes interesses e revela a perversidade e a burla da sua demagogia, demonstra uma perturbação do tamanho da sua fanfarronice e um vezo autoritário conforme à sua sede de poder absoluto.
E então estala o verniz da «modernidade Armani» do Engº. Sócrates que não hesita na provocação anti-sindical e anticomunista e na intimidação policial ao movimento sindical na Covilhã - cuja resposta impôs o recuo do Governo e impediu nova acção repressiva como a de Montemor o Velho.
Estas acções do Governo são «normais» vindas das classes dominantes e dos seus feitores, mas a verdade é que está muita coisa em jogo e que nunca, depois de Abril, qualquer governo foi tão longe como o de Sócrates/PS, na destruição de direitos sociais, na reconfiguração do Estado democrático, na exploração dos trabalhadores, no domínio do capital financeiro sobre o poder político e nesta desbragada ofensiva da política de direita e de declínio nacional. Nunca como hoje os grandes interesses tiveram tanto a defender e tanto a ganhar no curto prazo como com este governo do PS.
E nunca como hoje foi tão descomunal a concentração de meios num Governo e no seu Primeiro Ministro. A «Central de Comando» - é disso que se trata - é discreta mas omnipresente, na recolha de informações e na contra-informação, na coordenação policial, na fabricação de imagem, no abuso dos media, na instrumentalização do Estado e na direcção dos «poderes fácticos», para condicionar e impedir a luta dos trabalhadores e das populações e a intervenção e proposta dos comunistas.
Mas, apesar da ofensiva e da «central», fica cada dia mais claro que o vácuo das forças políticas à sua direita, que o PS vai preenchendo, não compensa o apoio perdido de tantos cidadãos que lhe deram o voto nas legislativas e que hoje combatem estas políticas e o seu Governo.
Estalou o verniz ao Governo, ficou a nu o vezo autoritário e o anticomunismo, confirmaram-se os perigos para o regime democrático. Mas ficou provado que os trabalhadores e o povo não temem a luta e estão em condições de lhes impor a derrota. Quando menos esperam.

Carlos Gonçalves


publicado por laura_ceu às 10:31

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Barragem vai afogar linha do Tua

“O Governo ainda não sabe do que são capazes os transmontanos zangados, mas vai sabê-lo em breve”. A afirmação, de um popular de Mirandela, de 60 anos, retrata o sentimento da esmagadora maioria da população dos cinco concelhos – Mirandela, Vila Flor, Carrazeda de Ansiães, Murça e Alijó – onde vão chegar as águas da futura barragem de Foz Tua, uma albufeira que deixará submersos cerca de 30 quilómetros de uma das mais belas linhas ferroviárias de montanha de toda a Europa.
A primeira questão prende-se com o facto de estarem já a decorrer obras de reparação da linha no local onde ocorreu o acidente de Fevereiro. As obras estão orçadas em 500 mil euros e, a ser respeitado o calendário do Plano Nacional de Barragens apresentado há dias, devem ser inutilizadas dentro de sete ou oito anos.
“Se a linha é para acabar, então para que diabo estão a gastar esses milhões em obras? Que tenham coragem e inutilizem já o troço entre o Tua e o Cachão e implementem sistemas de transportes alternativos”, disse o sexagenário, assegurando que, “quando os sinos tocarem a rebate, os protestos vão ser violentos”.
Para já, aponta o dedo aos políticos, que “dão o dito por não dito”, por causa “dos milhões que lhes foram prometidos se a barragem avançar sem problemas”.
“O Estado deve estar rico”, disse o autarca ao CM, lembrando que a decisão de submergir a linha surge depois de o Governo gastar “cerca de 2,5 milhões de euros na segurança da linha e 500 mil nas obras consequentes do acidente”.

Realça ainda que “a anulação da linha representa o fim da única ligação ferroviária de Trás- -os-Montes ao Litoral e uma machadada violenta no turismo da região”. Daí que também os agentes turísticos se mostrem contra a barragem.

Acusações que não atingem o presidente da Câmara de Mirandela, José Silvano. O autarca diz que não consegue compreender a decisão do Governo e promete “luta feroz” contra o projecto.
“O que esta gente não vê é que barragens há em todo o lado e linhas de via estreita com esta beleza são raríssimas. As poucas que existem na Europa estão a ser preservadas e potenciadas”, disse o dono de uma agência de viagens de Mirandela.

TROÇO REABRE ESTE MÊS

O troço entre o Tua e o Cachão, encerrado na sequência do acidente, deve reabrir à circulação no próximo dia 15. Para já não se sabe se algum governante estará presente na cerimónia que possibilitará, novamente, a viagem de comboio da estação do Tua, na Linha do Douro, até à cidade de Mirandela. Se a barragem for efectivamente construída, deixará submersos cerca de 30 quilómetros de linha e as estações e apeadeiros de Tralhariz, Santa Luzia, S. Lourenço, Brunheda, Codeçais, Abreiro, Ribeirinha e Vilarinho.

“Estamos convictos de que se o senhor primeiro-ministro fizer esta viagem, ordenará, de imediato, que a barragem de Foz Tua seja riscada do tal plano nacional”, disse ao CM o autarca de Mirandela, José Silvano.

REGIÃO VAI PERDER 20 MIL TURISTAS

A Linha do Tua, segundo os dados das autarquias e das regiões de turismo, serve cerca de 20 mil turistas por ano, um importante investimento para a região de Trás-os-Montes, sobre Mirandela, cidade onde a linha termina desde 1987 – antes seguia até Miranda do Douro. Se no Inverno o pequeno comboio, tipo metro de superfície, chega a fazer viagens com quatro ou cinco pessoas, a verdade é que no Verão os dois vagões sobem e descem à pinha de gente.

Trata-se, dizem os especialistas, de um segmento com enormes potencialidades que o nosso país não tem explorado como devia. A Linha do Tua foi uma das mais notáveis obras de engenharia do início do século XX e percorre um vale de rara beleza, por entre vinhas e encostas inóspitas. 


 In:
Diário de Trás os Montes


publicado por laura_ceu às 10:08

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Segunda-feira, 1 de Outubro de 2007

Contra o fecho da Urgência

Populações dos três concelhos servidos pelo Hospital da Régua contestaram o fecho da Urgência, que o Ministério quer trocar por uma consulta das 8 às 20 ou 22 horas

 

 

A ameaça de chuva do fim de tarde não reteve em casa os cerca de 2000 durienses que ontem protestaram contra o encerramento das urgências do Hospital D. Luiz I, na Régua. Responderam ao convite da Câmara Municipal, da Liga dos Amigos do Hospital e da recém-criada Comissão de Utentes, e percorreram algumas ruas da cidade, empunhando cartazes onde verteram protestos contra o Ministério da Saúde. "Sr. Ministro, não brinque!", atiraram, perante a proposta que pretende diminuir o serviço de urgência a um simples regime de consulta aberta, funcionando entre as 8 e as 22 horas nos dias úteis e das 8 às 20 horas nos fins-de-semana e feriados.

A população dos três concelhos servidos pelo hospital, Régua, Santa Marta de Penaguião e Mesão Frio, uniu-se na reivindicação de condições mais justas de saúde. Segundo o autarca reguense, Nuno Gonçalves, o ideal seria um Serviço de Urgência Básica, que prevê, em regime de permanência, dois médicos e dois enfermeiros. Alega que outra solução será "prejudicial para as populações", que "vieram mostrar a sua indignação".

A polémica acendeu-se quando no passado dia 14 de Setembro, o ministro da Saúde, Correia de Campos, ordenou o encerramento definitivo da Urgência do hospital da Régua, na sequência de um relatório da Inspecção-Geral das Actividades de Saúde. Sentenciava que o dito serviço não tinha as "condições mínimas" para funcionar. A constatação resultou das averiguações em torno da assistência prestada a um doente que veio a falecer no dia 24 de Julho. Correia de Campos viria então a propor, na sequência daquele relatório, a criação de uma consulta aberta no hospital para responder aos casos agudos não programáveis. A proposta contemplava ainda a colocação de um veículo com Suporte Imediato de Vida (SIV) do INEM; o alargamento do internamento, sendo parcialmente convertido em centro de cuidados continuados integrados; e consultas externas hospitalares para cinco especialidades cirurgia geral, ortopedia, pediatria, medicina interna e ginecologia/obstetrícia.

Mesmo assim, o autarca da Régua continuou a reivindicar um Serviço de Urgência Básica. Ontem, à porta dos Bombeiros Voluntários, com o som da sirene por pano de fundo, os protestos aumentaram de tom no clássico "a Régua unida jamais será vencida".

"Acho bem que se proteste contra este ministro que fecha os serviços de saúde e deixa as pessoas desamparadas", contestava Laura Nascimento, 83 anos, corroborada por Heitor Tavares, de 63, "que venha viver para a Régua para ver o que custa". "Levarem-nos para o hospital de Vila Real, que fica a 35 quilómetros e que está a rebentar pelas costuras, não é solução", acentuou Rosa Mesquita, 73 anos.

Se o autarca tivesse assinado o acordo proposto por Correia de Campos, as urgências do hospital teriam encerrado ontem. Mas como tal não aconteceu, ainda não foi anunciada uma data para que tal ocorra. "É já uma pequena vitória da nossa posição", notou o presidente da Câmara da Régua, satisfeito com a adesão popular.
Eduardo Pinto

In: Jornal de Notícias


publicado por laura_ceu às 16:31

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Tratados como animais!

Foi assim que uma trabalhadora da Maconde reagiu quando na 5ª-feira soube que iria ser despedida. Disseram-lhe que a partir de hoje se lhe acabava o sustento e nem sequer iria receber indemnização porque não havia património!...


publicado por laura_ceu às 16:25

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