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Quinta-feira, 30 de Novembro de 2006

Mirandela adopta oliveiras

A adopção de oliveiras é um acto simbólico da autarquia para incentivar a população a plantar e cultivar esta árvore

Valorizar a tradição e a identidade cultural do concelho é o principal objectivo da campanha de adopção de oliveiras, lançada pela Câmara Municipal de Mirandela (CMM).

Esta iniciativa destina-se aos mirandelenses, que são convidados a adoptarem uma oliveira para plantarem no jardim, nas imediações da habitação ou, até, num vaso.
Quem não tiver condições para tratar a árvore em sua casa também pode escolher uma das oliveiras que já se encontram plantadas nos jardins da cidade e comprometer-se a tratar dela.
Para esta campanha foram disponibilizadas 500 árvores adultas, algumas delas centenárias, que serão distribuídas aos participantes na iniciativa, inserida no projecto Terra Olea.
Quem aderir ao apelo “Adopte uma Oliveira” responsabiliza-se pela protecção, tratamento e respeito da identidade das árvores.
Cada participante irá ter um certificado do compromisso de adopção da oliveira e tornar-se-á sócio do Clube Terra Olea.
Recorde-se que a CMM tem vindo a apostar na plantação de oliveiras nos espaços públicos da cidade. Tal como o Jornal NORDESTE já noticiou, ano após ano, a autarquia engarrafa cerca de mil litros de azeite, colhido nas 750 oliveiras que se encontram espalhadas pelas ruas, avenidas e jardins.

Teresa Batista

In: Jornal do Nordeste


publicado por laura_ceu às 14:26

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Jerome Murat


jerome murat
Colocado por segalier

publicado por laura_ceu às 10:34

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Terça-feira, 28 de Novembro de 2006

Câmara busca culpas por derrube de museu

Orelatório do Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC) sobre o desmoronamento do Museu Rural do Vilarinho da Castanheira, em Carrazeda de Ansiães, vai ser entregue pela Câmara a um advogado para tentar apurar o real culpado pelo incidente. A autarquia pretende a melhor interpretação do documento antes de apontar o dedo ao responsável e exigir contrapartidas.
Parte significativa daquela estrutura ruiu há cerca de um ano, em plena execução da obra de adaptação de um imóvel antigo a um espaço museológico. As velhas paredes de granito não aguentaram com o peso de uma placa em betão e desabaram. A ocorrência deu-se ao princípio da manhã, ainda os operários não tinham iniciado os trabalhos e por isso não houve vítimas.

A Câmara solicitou então ao LNEC uma perícia sobre o sucedido, que só agora chegou. Segundo o presidente da edilidade, Eugénio de Castro, o relatório "não é muito claro", no que toca a atribuir a responsabilidade pela queda de parte do edifício, nem sequer, segundo a sua própria leitura, "aponta uma causa específica para o sucedido".

Proposta na autarquia

Daí que a ideia seja propor, na próxima reunião de Executivo, "a entrega do relatório a um advogado para analisar a possibilidade da atribuição de responsabilidades ao empreiteiro ou ao autor do projecto". "Parece-me que culpa não pode morrer solteira", frisa.Entretanto foi desencadeado o processo que culminará na adjudicação de um nova empreitada para concluir a construção do museu rural.

"Espero que não conheça mais contratempos, pois há muito devia estar concluído", deseja o autarca, embora admita que tudo vai depender da existência ou não de reclamações durante a fase seguinte ao concurso público. "Se tudo corresse bem a obra poderia estar adjudicada no prazo de dois ou três meses", explica Eugénio de Castro.

Inicialmente estimava-se que fosse um investimento de cerca de 250 mil euros, mas agora este montante deverá ser bastante maior. O imóvel destina-se a acolher um conjunto de artefactos ligados à actividade rural do concelho de Carrazeda de Ansiães, de modo a evitar a sua perda.

Eduardo Pinto
In: Jornal de Notícias


publicado por laura_ceu às 20:18

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Sexta-feira, 17 de Novembro de 2006

Escândalos do mar profundo

Vistas bem as coisas, raramente na história das religiões houve identidade entre o que se afirma nos textos sagrados (morais, filosóficos, justos e ideais ) e a prática canónica ( pragmática e oportunista). Em tese, se Deus dispõe, a Igreja constrói e reconstrói o Divino, segundo o modelo que de momento mais lhe convém. É por isso que os evangelhos cristãos condenam o dinheiro como a origem de todos os males e a exploração do homem pelo homem enquanto que o Vaticano, logo seguido pelas grandes ordens religiosas, é um exemplo acabado de como se entesoura, se enriquece e se engana em consciência, para encobrir o crime. Tem sido sempre assim através dos tempos. Escusamos, pois, de andar à procura dos «escândalos pequenos» (como o daquele que os jornais relatam, do empresário católico que vende pela NET certificados falsos do cumprimento de promessas à Virgem de Fátima, sob o olhar benévolo do clero) ou dos casos do dia-a-dia que a imprensa noticia, sejam eles as violações da Casa Pia, as fraudes nas Misericórdias ou os delírios da engenharia criativa, usada e abusada em relação ao embrião e ao feto. É no mundo das finanças e do negócio e ao som atroador dos silêncios cúmplices do alto clero que as lamas do mar profundo se revelam. Os crimes de guerra e da tortura que se calam. Os milhões de mortos pela fome chorados com lágrimas de crocodilo. As relações da igreja com o crime organizado. Os esquemas de escravização universal do homem que avançam sem que os cardeais os denunciem. E, naturalmente, a prática sistemática da corrupção amparada na religião.


Uma pedra no sapato

A hierarquia portuguesa confronta-se com situações de crescente intensidade. O capitalismo da globalização procura impor-se por via totalitária. O fosso entre pobres e ricos promete passar a abismo entre a miséria total e a opulência global dos escolhidos. O país está à venda e é entregue a quem mais der. A todo o vapor, o governo garante educação só para as elites, saúde apenas para quem a pague, emprego para os que o apoiem e façam voto de obediência total. A Constituição é um trapo, a separação de poderes uma farsa. A mentira pública é usada como um método, um atalho do poder. A TV serve de caixote do lixo e é a fórmula sofisticada e doce que instala insensivelmente nas mentes a imagem do tirano bom ou do ladrão generoso.
É nestes quadros que a igreja católica elogia Sócrates e lhe dá apoio através do voluntariado da sua famosa sociedade civil. E não apenas assim. Tapa e destapa a miséria com pequenas caridades em rede. Aproveita a situação para dominar na saúde, no ensino privado, na imigração e na segurança social. Resumindo : a igreja católica é uma pedra insubstituível do sistema capitalista neoliberal. Porém, de vez em quando, surgem tropeços no bom entendimento desta parceria. A notícia a que aludimos surgiu inesperadamente, ainda que não surpreenda. Em Espanha, a polícia fiscal invadiu, no âmbito do combate à corrupção, as delegações do Banco Espírito Santo. Aprendeu documentação e ordenou o congelamento de contas de clientes no valor global de um bilião e meio de euros. As investigações, orientadas pelo mediático juiz Baltazar Garçon, prosseguem a ritmo intenso. Pelo que referem os jornais, estão envolvidas numa gigantesca fraude de branqueamento de capitais «holdings» ibéricas bem conhecidas, como o BES, a seguradora Cahispa, a gestora de fundos financeiros Cartera Meredional, assim como um gigantesco grupo bancário francês, o BNP Paribas. Toda esta rede de tráfico de divisas utilizava, segundo se afirma, os paraísos fiscais de Portugal, Brasil, EUA, Luxemburgo, Paraguai e Espanha. As investigações da polícia espanhola começaram há já quatro anos e sabe-se que dezenas de multinacionais poderão estar envolvidas nesta fraude. Os jornais relacionam esta operação com diversos outros escândalos financeiros, nacionais e internacionais, como foi o caso do Portucale e do Mensalão. Parece estarmos em presença de um autêntico terramoto. Mas veremos se alguma coisa se virá a apurar ou se as culpas, uma vez mais, morrerão solteiras. A ver vamos!
Do pouco que se conhece sobre esta rede criminosa ressalta um aspecto curioso : todos os nomes e siglas que são mencionados nesta fase da investigação surgiram, no passado, como representando «holdings» ou grupos financeiros geridos directamente pelo Opus Dei ou funcionando no âmbito dos negócios do Vaticano. Basta, para tanto, que se consultem as pastas dos tempos de Mário Conde, da Banesto, da Gescartera, das Cajas de Ahorro, da SAES, da Elf Aquitana ou dos casos Falcone, Miterrand e Ruiz Mateos. Todos eles, gente muito devota e acima de qualquer suspeita.

Jorge Messias


publicado por laura_ceu às 21:08

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Mão-cheia de nada

No congresso do PS que a semana passada entronizou José Sócrates como o actual «dono» do partido – na tradição, aliás, do que sempre ocorre e dura em Portugal enquanto um líder partidário for, concomitantemente, o «dono» do Governo e das suas infindáveis prebendas -, o reconduzidíssimo secretário-geral anunciou espalhafatosamente no seu discurso de encerramento que se preparava para «uma actualização progressiva» do salário mínimo nacional nos próximos três anos. Como não resiste aos floreados pirotécnicos em que se tornou especialista, frisou mesmo a intenção com a seguinte pérola: «Fá-lo-emos ainda este mês e esperamos poder contar com o empenhamento de todos os parceiros sociais para um acordo sobre um salário mínimo que dignifique o trabalho, reduza as desigualdades e prestigie o diálogo social».
Em todo este relambório desponta um único facto concreto – o de que, «ainda este mês», o Governo de José Sócrates «tenciona procurar um acordo» sobre o salário mínimo.
De fora fica o essencial, que é substantivamente tudo: quanto se pretende aumentar, que valor mínimo se tenciona atingir, que faseamento no tempo se quer operacionalizar, que percentagens de aumento se decidiu propor.
Assinale-se que José Sócrates já nem quantifica o tamanho da promessa que não vai cumprir, como fez, por exemplo, com os «150 mil novos postos de trabalho» que, como se sabe, estão paulatinamente a transformar-se em «150 mil novos desempregados».
Agora, com esta curiosa promessa de «aumento do salário mínimo» que não tem tamanho, nem medida, nem réstia de substância, José Sócrates já exibe mãos-cheias de coisa nenhuma.
A desfaçatez deste comportamento político de José Sócrates fica irrevogavelmente exposta, quando confrontada com a actuação do seu homólogo espanhol, José Luis Zapatero, na mesma matéria.
Quando subiu ao poder em 2004, Zapatero prometeu elevar o salário mínimo dos 460 euros de então para 600 euros em 2008, o que corresponde a um crescimento de 30% em quatro anos.
Passados dois anos, o balanço é esclarecedor: em 2005 e 2006 o salário mínimo real, em Espanha, cresceu cumulativamente 9% acima da produtividade, prevendo-se que em 2007 a descolagem desse salário mínimo real face à produtividade atingirá os 11%, o que configura uma efectiva concretização da promessa feita por Zapatero de se atingir, em 2008, um salário mínimo de 600 euros.
Em Portugal, no mesmo período – praticamente, todo ele, sob regência da maioria absoluta de José Sócrates – o inventário é igualmente elucidativo: em 2005 e 2006 o ordenado mínimo desvalorizou, em termos reais, 0,8% face à evolução da produtividade, apesar das promessas entretanto feitas tanto para a «criação de novos empregos», como para as «melhorias salariais» com que José Sócrates arrebanhou os votos da sua maioria absoluta.
Se recordarmos que o salário mínimo em Portugal anda actualmente nos 385,9 euros, e mesmo esses reduzidos a 343,5 euros após deduções para a Segurança Social, suspeitamos que esta «dignificação» do salário mínimo agora prometida por José Sócrates irá, na crueza dos factos, apenas transformar esta miséria de ordenado num consolidado «ordenado de miséria».
Deve tudo fazer parte da «grande reforma» para a direita que este «líder de esquerda» está a aplicar ao País.

Henrique Custódio


publicado por laura_ceu às 20:56

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Quarta-feira, 15 de Novembro de 2006

...

autor: Pedro Alves

publicado por laura_ceu às 21:14

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Terça-feira, 14 de Novembro de 2006

Alguns cartoons espectaculares

Autor : ANTÓNIO BAPTISTA

http://altasluzes.no.sapo.pt/

 

 

 

 


publicado por laura_ceu às 16:58

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Segunda-feira, 13 de Novembro de 2006

Se eu soubesse

Se algum dia eu soubesse
que nunca mais veria você...
eu lhe daria um abraço bem mais forte!

Se eu soubesse
que seria a última vez a ver você...
eu lhe daria um beijo
e o chamaria para dar mais um!

Se eu soubesse
que seria a última vez a ouvir a sua voz...
eu gravaria cada movimento e cada palavra,
para revê-los depois todos os dias.

Se eu soubesse
que seria a última vez
que eu poderia parar mais um
ou dois minutos para dizer-lhe:
"gosto de você"... eu diria,
ao invés de deixar que você presumisse...

Se eu soubesse
que hoje seria o último dia
a compartilhar com você...
o sentiria muito mais intensamente
em vez de deixá-lo simplesmente passar...

Sempre acreditamos
que haverá o amanhã
para corrigir um descuido...
para ter uma segunda chance
de acertar...
Será que haverá uma chance
para dizer:
"posso fazer alguma coisa por você"?

O amanhã
não é garantido para ninguém,
seja para jovens, ou mais velhos,
e hoje pode ser a última chance
de abraçarmos aqueles que amamos.

Então, se estamos esperando
pelo amanhã,
por que não agirmos hoje?
Assim,
se o amanhã nunca chegar,
não teremos arrependimentos
de não termos aproveitado um momento
para um sorriso, para um abraço,
para um beijo ou uma gentileza,
porque estávamos muito ocupados
para dar a alguém o que poderia ser
o seu último desejo.

Abracemos hoje então,
aqueles que amamos,
sussurremos em seus ouvidos,
dizendo-lhes, o quanto nos são caros
e que sempre os amamos!

Encontremos tempo para dizer:

Desculpe-me!
Obrigado!
Perdoe-me!
Te  amo!
Gosto de você!

Sempre há tempo
para amarmos
e se não houver amanhã,
também não haverá
remorsos de hoje,
para carregarmos.
                                                                                              
                     A.D

 


publicado por laura_ceu às 11:44

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APRENDI E DECIDI



                                         E assim...
                                        depois de muito esperar,
                                        num dia como outro qualquer,
                                        decidi triunfar...

                                        Decidi,
                                        não esperar as oportunidades
                                        e sim,
                                        eu mesmo buscá-las.

                                        Decidi,
                                        ver cada problema
                                        como uma oportunidade
                                        de encontrar uma solução.

                                         Decidi,
                                         ver cada deserto
                                        como uma possibilidade
                                        de encontrar um oásis.

                                        Decidi,
                                        ver cada noite
                                        como um mistério a resolver.

                                         Decidi,
                                         ver cada dia
                                        como uma nova oportunidade
                                        de ser feliz...

                                         Naquele dia então,
                                        descobri
                                        que meu único rival
                                        não era mais que
                                        minhas próprias limitações
                                        e que enfrentá-las
                                        era a única
                                        e melhor forma
                                        de as superar...

                                         Só naquele dia,
                                        descobri
                                        que eu não era
                                        a melhor...
                                        e que talvez
                                        eu nunca tenha sido...

                                        Deixei então,
                                        de me importar
                                        com quem ganha
                                        ou perde... e agora, me importa
                                        simplesmente,
                                        saber melhor o que fazer.

                                         Aprendi,
                                        que o difícil
                                        não é chegar lá em cima,
                                        e sim deixar de subir.

                                         Aprendi,
                                        que o melhor triunfo
                                        que posso ter,
                                        é ter o direito
                                        de chamar a alguém
                                        de "Amigo".

                                        Descobri também,
                                        que o amor é muito mais
                                        que um simples estado
                                        de enamoramento,
                                        "o amor é uma filosofia de vida".

                                        Naquele dia,
                                         deixei de ser um reflexo
                                        dos meus escassos
                                        triunfos passados
                                        e passei a ser
                                        a minha própria
                                        tênue luz
                                        deste presente.

                                         Aprendi ainda,
                                        que de nada serve
                                         ser luz
                                        se não se vai iluminar
                                        o caminho dos demais...

                                         Naquele dia,
                                        decidi trocar tantas coisas...

                                        Naquele dia,
                                         aprendi que os sonhos
                                         são somente
                                         para fazer-se realidade.

                                         E desde então aquele dia
                                         já não durmo para descansar...

                                         Agora simplesmente
                                            durmo para sonhar...

                                              Walt Disney


publicado por laura_ceu às 11:31

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Ainda ontem

Ainda ontem
eu tinha vinte anos. . .

Acariciava o tempo,
e brincava de viver,
como se brinca de namorar. . .

E vivia a noite,
sem considerar meus dias,
que escorriam no tempo. . .Fiz tantos projetos,
que ficaram no ar. . .

Alimentei tantas esperanças,
que bateram asas. . .
Que permaneço perdida,
sem saber aonde ir,
os olhos procurando o Céu,
mas, o coração posto na Terra. . .

Ontem ainda,
eu tinha vinte anos. . .

Desperdiçava o tempo,
acreditando que o fazia parar,
e para retê-lo, e até ultrapassá-lo,
só fiz correr e me esfalfar,
ignorando o passado,
que conduz ao futuro,
precedia da palavra "eu"
qualquer conversação,
e opinava
que eu queria o melhor,
por criticar o mundo
com desenvoltura. . .

Ontem ainda,
eu tinha vinte anos. . .

Mas, perdi meu tempo
a cometer loucuras,
o que não me deixa,
no fundo,
nada de realmente concreto,
além de algumas rugas na fronte
e o medo do tédio,
porque meus amores
morreram antes de existir,
meus amigos partiram,
e não mais retornarão,
por minha culpa criei o vazio
em torno a mim,
e gastei minha vida
e meus anos de juventude,
do melhor e do pior,
descartando o melhor,
imobilizei meus sorrisos
e congelei meus choros,
onde estão, agora,
agora, meus vinte anos?

NURA & CONTOS




publicado por laura_ceu às 11:22

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